quarta-feira, 2 de julho de 2014

ALUNOS DO 5º ANO DA ESCOLA SANTO PAZINI, PARCEIROS DA LIGA DAS FLORESTAS

ALUNOS DO 5º ANO DA ESCOLA SANTO PAZINI, PARCEIROS DA LIGA DAS FLORESTAS

“Meio Ambiente” é um tema que vem ganhando cada vez mais espaço na nossa vida, e a escola é um ambiente privilegiado para trabalhá-lo. Parece até ser fácil, mas sua abordagem só terá sentido se houver uma intenção concreta de criar uma consciência sobre a necessidade de sua preservação no maior número de pessoas da comunidade escolar ou fora dela.
O tema é recorrente, mas não se criou ainda a propalada consciência da urgência que o planeta necessita dos nossos cuidados. É preciso, entretanto, muito mais que ensinar a preservação da natureza. O ensino deve levar os alunos a entender de que forma a atuação humana sobre o planeta modifica ou transforma a dinâmica das cadeias naturais de vida.
As questões ambientais ganharam força nas últimas décadas, a mídia vem dando ampla cobertura ao assunto. Há uma palavra de ordem, de que é preciso diminuir os impactos negativos do ser humano sobre a natureza. Mas para que isso aconteça é necessário que haja mudanças comportamentais coletivas, na tentativa de salvar o mundo de um colapso maior. E para que isso aconteça de forma mais eficaz, penso que os professores, especialmente os das séries iniciais da Educação Básica, ao levar esses temas relevantes para a sala de aula, estão no caminho certo. Trabalhando com consistência e continuidade com seus alunos, estão ajudando a formar uma cultura cidadã de defesa do planeta, envolvendo familiares, atraindo outros colegas, construindo novas formas de consciência ecológica.
Como parte das atividades inerentes ao tema, na Semana do Meio Ambiente propus aos alunos do 5º Ano um gesto concreto: aderimos a um projeto de lei de iniciativa popular para acabar com a destruição das nossas florestas, por acreditarmos que a Lei do Desmatamento Zero é o primeiro passo para o Brasil do futuro.
Números apontam que, nos últimos 50 anos, 720.000 km2 da Amazônia brasileira se perdeu. Chegamos ao limite permitido por lei. Há comprovação também que nosso país tem terras abertas suficientes para duplicar a produção de alimentos, sem precisar abater nem um hectare a mais de florestas. O Brasil é o 4º maior emissor de gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, e as mudanças climáticas drástica também são efeitos do desmatamento. Preservar as florestas, impedindo sumariamente a sua devastação, significa proteger a sua biodiversidade, é dar melhor qualidade de vida ao ser humano, com ar mais puro; é regular o clima e proteger as populações.
Partindo da primícia de que nosso país pode se desenvolver sem desmatar, fazemos um apelo a todos para que entrem nessa luta para completar o número necessário de assinaturas e “gerar um grande movimento nacional em defesa das florestas”. Os alunos do 5º ano colheram mais de uma centena de assinaturas, mas queremos mais. Junte-se a nós. Acesse ligadasflorestas.org.br e participe conosco desse desfio.
Profª Hilda Maria Andolhe – handolhe@hotmail.com

Foto: ALUNOS DO 5º ANO DA ESCOLA SANTO PAZINI, PARCEIROS DA LIGA DAS FLORESTAS

 “Meio Ambiente” é um tema que vem ganhando cada vez mais espaço na nossa vida, e a escola é um ambiente privilegiado para trabalhá-lo. Parece até ser fácil, mas sua abordagem só terá sentido se houver uma intenção concreta de criar uma consciência sobre a necessidade de sua preservação no maior número de pessoas da comunidade escolar ou fora dela.
 O tema é recorrente, mas não se criou ainda a propalada consciência da urgência que o planeta necessita dos nossos cuidados. É preciso, entretanto, muito mais que ensinar a preservação da natureza. O ensino deve levar os alunos a entender de que forma a atuação humana sobre o planeta modifica ou transforma a dinâmica das cadeias naturais de vida.
 As questões ambientais ganharam força nas últimas décadas, a mídia vem dando ampla cobertura ao assunto. Há uma palavra de ordem, de que é preciso diminuir os impactos negativos do ser humano sobre a natureza. Mas para que isso aconteça é necessário que haja mudanças comportamentais coletivas, na tentativa de salvar o mundo de um colapso maior. E para que isso aconteça de forma mais eficaz, penso que os professores, especialmente os das séries iniciais da Educação Básica, ao levar esses temas relevantes para a sala de aula, estão no caminho certo. Trabalhando com consistência e continuidade com seus alunos, estão ajudando a formar uma cultura cidadã de defesa do planeta, envolvendo familiares, atraindo outros colegas, construindo novas formas de consciência ecológica.
 Como parte das atividades inerentes ao tema, na Semana do Meio Ambiente propus aos alunos do 5º Ano um gesto concreto: aderimos a um projeto de lei de iniciativa popular para acabar com a destruição das nossas florestas, por acreditarmos que a Lei do Desmatamento Zero é o primeiro passo para o Brasil do futuro.
 Números apontam que, nos últimos 50 anos, 720.000 km2 da Amazônia brasileira se perdeu. Chegamos ao limite permitido por lei.  Há comprovação também que nosso país tem terras abertas suficientes para duplicar a produção de alimentos, sem precisar abater nem um hectare a mais de florestas. O Brasil é o 4º maior emissor de gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global, e as mudanças climáticas drástica também são efeitos do desmatamento. Preservar as florestas, impedindo sumariamente a sua devastação, significa proteger a sua biodiversidade, é dar melhor qualidade de vida ao ser humano, com ar mais puro; é regular o clima e proteger as populações.
Partindo da primícia de que nosso país pode se desenvolver sem desmatar, fazemos um apelo a todos para que entrem nessa luta para completar o número necessário de assinaturas e “gerar um grande movimento nacional em defesa das florestas”. Os alunos do 5º ano colheram mais de uma centena de assinaturas, mas queremos mais. Junte-se a nós. Acesse ligadasflorestas.org.br e participe conosco desse desfio.
Profª Hilda Maria Andolhe – handolhe@hotmail.com
FESTEJOS JUNINOS NO ARRAIAL DA ESCOLA SANTO PAZINI

A tradição de comemorar as festas juninas no Brasil, remonta do período colonial, quando os portugueses, fazendo da nossa terra a extensão da sua, trouxeram o costume que persiste, especialmente nas regiões nordeste e sudeste do país.
Um dos elementos mais importantes dos festejos, são as danças populares, sendo a quadrilha, carro-chefe das mesmas. Introduzida no Brasil em 1530 pelo aparato militar da época, inicialmente fez muito sucesso nos salões brasileiros, principalmente do Rio de Janeiro. Ao “descer as escadas do palácio” essa dança caiu no gosto do povo e se popularizou, permanecendo como elemento forte e significativo nos festejos juninos, com algumas variações regionais.
A tradição das festas juninas vem dos festejos de agradecimento aos santos pelas colheitas e, por isso, a maioria dos quitutes da culinária é feita de milho. Por esse motivo as festas juninas devem ser também uma homenagem ao homem do campo, sujeito trabalhador e portador de saberes. Entretanto, ao caracterizar o caipira, tem que se ter o cuidado de tirar o ar de deboche sobre ele, evitar roupas exageradas ou posturas imbecilizadas que descaricaturizam o homem rural que se quer representar.
Com esses conceitos e conhecimentos na cabeça e muita alegria no coração, professores alunos e funcionários da Escola Santo Pazini, prepararam seu arraial. O clima da Copa do Mundo contagiou as Festas Juninas. A ornamentação de um evento, serviu também para o outro, misturando-se as bandeirinhas e adereços verde-amarelos às demais cores. Na sexta-feira, 28 de junho de 2014, foi o ponto alto das comemorações. A dança da quadrilha e o Casamento à Caipira, ficou à cargo dos alunos do Ensino Médio Politécnico noturno, que coordenados pelas professora Jandreia Alegransi e Ângela Oliveira Renz deram um show de graça e interpretação. A confraternização ocorreu nos três turnos, com muita animação, comidas típicas músicas especiais.
Além do aspecto lúdico das Festas Juninas, que proporciona a diversão, elas são uma boa oportunidade para transmitir valores de cidadania para os alunos, e foi o que fizeram as professoras das séries iniciais ao levarem o tema para a sala de aula.
Professora Hilda Maria Andolhe –
handolhe@hotmail.com
 — com Teresinha de Lima e outras 4 pessoas. (4 fotos)